sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Feliz Dia do Publicitário!

Quando escolhemos uma profissão normalmente pensamos nas habilidades que nos são abundantes e satisfatórias, e então optamos por um caminho próximo que nos permita explorá-las extraindo o máximo de prazer disso. É mais ou menos assim: se gosto de português, faço letras; de computador, informática; de alimentação, nutrição. Mas a melhor parte em cada escolha é, na maioria das vezes, a opção que a gente só descobre depois. Na verdade, que a gente só percebe mais tarde. Que quem faz normal não só educa como também constrói futuros. Que os médicos salvam sonhos e os educadores físicos, superação.
Quando me formei descobri que era capaz de transformar vidas. Publicitária por formação, entendi que minhas mãos podem gerar encanto, meus pés transmitirem confiança e que um sorriso na hora certa leva equipes inteiras ao avanço. Entendi que sou capaz de concretizar sonhos, abstrair medos e criar universos até onde a imaginação pode ir. Conheci uma parte de mim que pode transformar qualquer parte do mundo.
E a maior de todas as surpresas foi perceber que tudo isso tem motivação e origem muito abaixo da cabeça... mais ou menos aqui na direção do peito... De dentro do coração.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Sim, nós somos um governo de pontes!


Nunca tive a intenção de discutir política ou religião neste blog e não é isto a que me proponho hoje também. Que todos sejam bem-vindos com suas crenças, opiniões e muito respeito.  Mas dia desses ouvi alguém comentar pela rua que estamos vivendo um governo de pontes e não me contive em criar este post. Não creio que a afirmação tenha sido, intencionalmente, um elogio... mas foi assim que a recebi.
É, somos mesmo um governo de pontes, creches, escolas, casas, como completou outro ouvinte. Mas, sim, digo eu, somos um governo de pontes antes de tudo. Afinal, pontes são, por denominação, destinadas à ligação, união e vínculo entre dois pontos. Elas são construídas para proporcionar a travessia, a passagem e nos ensinam a superar obstáculos enfrentando-os por cima.
Eu também quero eternamente ser ponte e fazer ligação entre as pessoas e o que pode haver de melhor nesta vida. Ser ponte é ser instrumento.
Quando busco o consolo de um amigo, procuro o que está além do braço e do abraço. Amigos são pontes que nos levam à calmaria, ao conforto e à felicidade.
Pensando assim fica fácil entender que um governo de pontes é aquele que permite atravessar, transpor e evoluir. É governo que liga o sonho à realização, a vontade ao trabalho, a necessidade ao amparo e o povo à satisfação.
Sim, nós somos mesmo um governo de pontes. E, obrigada, Senhor, por permitir-nos isto.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Bem-Vindo 2012!!!

Seja lá o que cada um de nós venha a buscar neste ano novo... que isso nos faça FELIZES!


sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Perca o Foco

Sempre ouvi dizer que quem não tem foco na vida não chega a lugar nenhum e, por isso, cuido para não perder o meu de vista. Ou, pelo menos, para mantê-lo sempre bem definido.

Ultimamente, tenho pensado em muitas coisas ao mesmo tempo. A vida moderna exige isso de nós. O que fazemos nunca é o suficiente; o que alcançamos ainda está longe de ser o que queremos; o ideal é sempre ali, um pouco mais à frente.

Não é de se admirar que diante de tantos desafios tenhamos dificuldades para encontrar o foco. O que me faz ensaiar um pânico quando começo a acreditar que estou perdendo o meu. Mas hoje, estranhamente, eu acordei com esta sensação e sei que vou dormir sem me preocupar com ela. É que aqui, bem no meio do caminho, alguma coisa me fez perceber que é hora de perder o foco.

“Nenhum problema pode ser resolvido pelo mesmo estado de consciência que o criou.” Albert Einstein

Por vezes, ficamos tão encegueirados por nossos planos, desejos e problemas que deixamos de notar algumas portas que se abrem ao redor. É preciso afastar-se. É prudente considerar outras possibilidades. É saudável... perder o foco.

Pensar em outros caminhos e admitir um jeito novo de andar só pode acontecer quando deixamos de lado algumas certezas e paradigmas. Se conhecemos outras alternativas, então somos capazes de avaliar qual delas é válida e reajustarmos o foco com a certeza do que buscamos.

Mas até que isso aconteça, experimente “Perder o foco”. Olhar fixo demais pode acabar nos cegando.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Não me preocupo!?

Eu não me preocupo e não tenho pressa.
O que é meu encontrará um caminho para chegar até mim.

Roubei isso de um amigo no Face!rs Não me dei o trabalho de descobrir se a autoria era dele ou de outro. Simplesmente achei que também poderia ser minha e peguei. Pensando bem, provavelmente, eu só teria escrito a segunda parte. Não dá pra fingir que eu não me preocupo, muito menos que não tenho pressa. Ora bolas, tenho pressa! E isso me preocupa. É que, no fundo, sou mais ansiosa do que a maioria dos mortais. Uma festa no fim de semana é motivo para fazer doer minha barriga enquanto não encontro a roupa certa. Já imaginou o que acontece cada vez que preciso apresentar um projeto? Meus pés se movimentam sozinhos toda vez que sento para descansar. Eu estalo os dedos, bato as unhas na mesa e, por vezes, respiro bem fundo enquanto penso que tudo isso é preocupação em vão.

Mas, sim, eu escreveria, letra por letra, a segunda frase: O-q-u-e-é-m-e-u-e-n-c-o-n-t-r-a-r-á-u-m-c-a-m-i-n-h-o-p-a-r-a-c-h-e-g-a-r-a-t-é-m-i-m. E ao parafraseá-la logo sou capaz de admitir outras passagens. “A paciência tem mais poder do que a força”(Plutarco), “O que é do homem o bicho não come” (Ditado Popular).

Peço a Deus que me mostre quando é hora de fazer a minha parte e que eu entenda até onde a parte é minha. Porque há coisas nessa vida que não nos cabem. Ainda bem! As mãos que amparam os meus dias são infinitamente mais competentes do que as minhas. São Elas que me fazem, agora, acreditar que eu também teria escrito a primeira frase. Afinal, “qual de vós, por mais que se preocupe, pode acrescentar um só côvado à duração de sua vida? Se vós, pois, não podeis fazer nem as mínimas coisas, por que estais preocupados com as outras?” (Lc 12, 26:27). E eis que me lembro que “até os cabelos da vossa cabeça estão contados” (Mt 10,30).

Chega de preocupações e basta! Cada um com a sua parte. E com o que não posso, entrego. Pois, “o que é impossível aos homens é possível a Deus” (Jesus).

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Super Curti!

Costumo visitar meu Facebook enquanto verifico meus e-mails. Hoje, quando o fiz pela manhã, copiei um status que li e dizia "Não tiro ninguém da minha vida. Apenas reorganizo as posições e inverto as prioridades". Eu me identifiquei com a frase, copie e a colei no me status também. Simples assim! O fato curioso nisso tudo, o fato que me fez começar a escrever este post é que, curiosamente, em cerca de 1 hora, 16 pessoas curtiram a frase e 5 a comentaram. Faça as contas: isso significa que, aproximadamente, a cada 3 minutos alguém leu o trecho e se manifestou a favor. Fiquei realmente impressionada com a facilidade com que as pessoas se identificam com determinadas coisas. Comecei a pensar por quantas outras passamos acreditando sofrer ou festejar sozinhos.
Há dias em que eu já acordo feliz e volto pra casa decepcionada porque o dia não foi assim tão legal quanto eu esperava. Há outros em que saio de casa irritada e volto, surpreendentemente, gargalhando. Eu já fiquei sem rumo e encontrei amigos que me disseram exatamente o que eu precisava ouvir naquela hora. Já chorei por pessoas que acreditei nunca mais abraçar e as tive de volta. Tem momentos em que eu estou triste e então me calo. Tem momentos que não me caibo de alegria e preciso gritar pra todo mundo. Às vezes me sinto injustiçada e preciso sair por aí gritando aos sete ventos... e, na maioria das vezes me arrependo disso. Eu tenho um coração sensível e confuso, uma cabeça pensante e metódica e um corpo que ora se empolga, ora não aguenta nada disso. Oh, Céus! Eu penso que tudo é pra sempre e me surpreendo com as incertezas da vida. Eu planejo o futuro sem me dar conta de que só tenho o presente. E, sim, eu também sinto saudade, choro, rio sozinha, falo com meu computador, canto alto, corro na chuva, escrevo coisas sem sentido, faço desenhos perto do telefone... por falar em telefone, eu ligo pra quem não devo, esqueço de quem não posso, rejeito quem não merece, resisto quando consigo, me rendo quando tenho vontade. Nossa, quanta contradição. E quantas delas você não vive? Quais são as certezas que você tem hoje? O que era certo ontem e agora não é mais? Por que você tem tanta segurança deste dia se você ainda não conhece o próximo?
Eu não quero me preocupar com nada, mas ainda o faço. E sei que você também! Porque se você chegou até aqui é porque, como eu e metade do mundo, se identificou. Lembrou, sentiu, sofreu e se divertiu com cada pensamento a que foi remetido.
Vamos combinar assim... hoje você fica. E me conta o que mais você faz como o resto dos mortais.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Gente! Hoje me dei conta de que, mais uma vez, estamos passando da metade do ano. Daqui a pouco estamos de novo no Natal... e no Ano Novo, Carnaval e aí passando da metade do ano. Por vezes tenho a sensação de tempo corrido. Parece que tudo passa tão rápido que a gente não vive. Por outras, parece que o tempo se arrasta... canso de esperar, de fazer, de cair na rotina. Aí de novo, um solavanco e, de uma hora para a outra, tudo muda. Engraçado, aí tenho a sensação de que tanto já fiz em tão pouco tempo. Mas, afinal, o que é o tempo? Quanto tempo tenho, quanto tempo existe, pra que serve o tempo? Logo fico cansada. Não há respostas. As respostas estão... no tempo. E seja lá o que for isso, vem passando e a gente vivendo, por vezes prestando atenção, em outras apenas correndo.